Esta é a
Enfrentando um dos maiores desafios desde a proclamação da República Islâmica em 1979, o governo busca retomar o controle levando os apoiadores às ruas. Nesta segunda, milhares de pessoas se reuniram na Praça Enghelab (“Revolução”) no centro de
Durante um discurso, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o país trava uma “guerra contra terroristas” como parte de um conflito “em quatro frentes”.
Ghalibaf mencionou as guerras econômica e psicológica, uma “guerra militar” com os Estados Unidos e, “hoje, uma guerra contra os terroristas”.
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Manifestações pró-governo semelhantes também foram relatadas em outras cidades do país, de acordo com imagens transmitidas pela televisão estatal iraniana.
Ameaças de Trump
Depois de ameaçar várias vezes ordenar uma intervenção militar em resposta à repressão,
“Talvez tenhamos que agir antes de uma reunião”, disse o presidente norte-americano, acrescentando que o Exército dos EUA estuda “opções muito fortes”.
Por outro lado, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou em uma conferência de embaixadores estrangeiros em Teerã que o país “não busca a guerra, mas está totalmente preparado”.
O diplomata acrescentou que o Irã também está preparado para negociar, mas ponderou que “essas negociações devem ser justas, com igualdade de direitos e baseadas no respeito mútuo”.
Simultaneamente, a chancelaria iraniana afirmou que um canal de comunicação estava aberto entre o governo de Teerã e o enviado dos Estados Unidos para o Oriente Médio.
Repressão aos protestos
A
Além dos mortos, milhares de pessoas ficaram feridas desde o início das manifestações em dezembro do ano passado. Entre as vítimas estão nove pessoas menores de 18 anos.
Estimativas feitas pelo grupo apontam que mais de 6 mil pessoas poderiam ter morrido. Mas o
Filho do xá deposto pede intervenção norte-americana
Na última sexta-feira (9), o
“Senhor presidente, este é um apelo urgente por sua atenção, apoio e ação (...) Por favor, esteja pronto para intervir e ajudar o povo iraniano”, escreveu em suas redes sociais.
* Com informações da AFP.