Em meio a uma onda crescente de protestos no Irã, Reza Pahlavi,
“Senhor presidente, este é um apelo urgente por sua atenção, apoio e ação (...) Por favor, esteja pronto para intervir e ajudar o povo iraniano”, escreveu em suas redes sociais.
O pedido foi realizado após o líder supremo iraniano, o aiatolá
A fala de Khamenei é motivada pela
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A declaração do líder supremo do Irã foi televisionada. Na ocasião, o iraniano também afirmou que
Khamenei ainda disse que os
As declarações acontecem ao mesmo tempo em que o serviço de internet foi interrompido no país. Segundo a organização NetBlocks, a restrição já dura 24 horas e preocupa opositores no exílio.
“A República Islâmica pode tentar transformar esta noite em um massacre, sob a cobertura do apagão total das comunicações”, declarou a advogada iraniana Shirin Ebadi, Nobel da Paz de 2003.
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Manifestações no Irã
As manifestações no Irã representam um desafio para a República Islâmica, que está no poder desde 1979. Desde o dia 28 de dezembro de 2025, iranianos vão às ruas de várias cidades do país em protesto contra o aumento de preços e o colapso da moeda local.
Aos gritos de “morte ao ditador”, iranianos pedem nas ruas de Teerã e de outras cidades o fim do sistema teocrático xiita, após quase duas semanas de um movimento inicialmente ligado ao descontentamento com o alto custo de vida.
Com os olhos irritados pelo gás lacrimogêneo e a garganta afetada depois de gritar palavras de ordem nas ruas, um vendedor de telefones celulares que não foi identificado, afirmou aos jornalistas acreditar que os protestos não vão terminar.
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“Sabemos que arriscamos nossas vidas, mas mesmo assim fazemos isso e continuaremos fazendo, por um futuro melhor”, disse o manifestante.
O movimento ocorre em 25 das 31 províncias do país, segundo um levantamento da AFP. Ao menos 21 pessoas morreram nos protestos, segundo comunicados oficiais. Porém, a ONG Iran Human Rights confirmou 51 mortes nos primeiros 13 dias desta nova onda de protestos.
Trata-se dos maiores protestos no Irã desde os registrados em 2022 após a morte de Mahsa Amini, detida por supostamente usar o véu de forma inadequada.
As manifestações acontecem em um momento em que o Irã está enfraquecido após a guerra com Israel e os golpes sofridos por vários de seus aliados regionais.
Em paralelo, a