O Ministério Público do
O grupo era composto por pessoas de diversas nacionalidades. O procurador-geral chileno, Ángel Valencia, anunciou que 39 pessoas foram detidas. Entre elas estavam cidadãos chilenos, chineses,
Valencia ainda afirmou que a organização era liderada por “cidadãos chineses e chilenos”. A rede operava principalmente na cidade de Iquique, cerca de 1.800 km ao norte de Santiago, e utilizava sociedades comerciais estabelecidas na zona franca do município.
A investigação começou em maio de 2025, após uma denúncia do
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Cerca de 400 norte-americanos foram vítimas do esquema. De acordo com Ministério Público chileno, a quadrilha abordava, principalmente, idosos que realizavam transferências importantes para contas no país sul-americano.
Conforme a promotora regional de Tarapacá, que abrange Iquique, os americanos “investiam supostamente em fundos no Chile por meio de diferentes plataformas bancárias”, disse Trinidad Steinert.
Os montantes eram transferidos de uma empresa para outra e, ao final, não concretizavam os investimentos que as vítimas acreditavam estar realizando.
Para ocultar a origem do dinheiro, as autoridades chilenas apontam que o grupo criou cerca de 119 sociedades comerciais no país, que facilitaram o envio da quantia ao exterior.
* Com informações da AFP