O novo lote de arquivos do FBI relacionados à investigação do
Segundo documentos do Departamento Federal de Prisões (BOP na sigla em inglês), com relatos dos funcionários do Centro Correcional Metropolitano de Nova York, onde ele estava preso, Epstein foi visto morto às 6h33 da manhã, no dia 10 de agosto de 2019.
O condenado por abuso e tráfico sexual foi socorrido e levado para o hospital. Paramédicos tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu. O BOP afirma que a causa da morte teria sido suicídio.
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A autópsia indicou que Epstein tinha lesões no pescoço, nos olhos e no ombro esquerdo. Marcas de ligadura foram encontradas no pescoço do empresário, além de uma hemorragia nos olhos e fraturas no pescoço e ombro esquerdo.
O laudo da autópsia gerou confusão. Autoridades afirmaram que as fraturas no pescoço poderiam ser resultados de enforcamento ou estrangulamento. A família do empresário contratou um patologista particular que participou da realização da autópsia.
Mais de 10h de imagens de uma câmera de segurança da prisão foi divulgada. O vídeo mostra que ninguém entrou na cela de
Contestações sobre a morte de Epstein
Um órgão de fiscalização interno do Departamento de Justiça conduziu, por anos, uma investigação que resultou em um relatório de quase 130 páginas que detalha o que aconteceu no dia da morte de Epstein.
O documento aponta que o sistema da prisão indicava algumas informações inconsistentes, como que havia três detentos na mesma cela, sendo um deles o empresário. Porém, o local era previsto para a ocupação dupla e Epstein estava sozinho. O colega de cela dele foi transferido no dia anterior.
O levantamento ainda concluiu que não havia evidências que rebatessem a “ausência de crime” na morte do empresário - ou seja, que ele havia cometido suicídio.
* Com informações da CNN Brasil.