A Justiça na
Mauricio Javier Atencio Krause também está proibido de exercer a profissão por sete anos e seis meses. Nos três anos de punição ele terá que cumprir regras de condutas, como comparecimentos mensais ao tribunal e não pode cometer novos crimes.
O processo foi movido pelos pais do menino. A defesa do anestesista solicitou uma pena mínima para o crime de homicídio culposo e, ainda, que a inabilitação profissional fosse somente à área de medicina pediátrica.
Criança passava por procedimento de rotina
O caso aconteceu em julho de 2024, quando Valentín Mercado Toledo teria morrido após Krause se distrair com o celular na cidade de General Roca. A criança foi internada para uma cirurgia de hérnia diafragmática.
O procedimento é considerado de rotina, mas o menino sofreu falta de oxigênio no cérebro, causando morte cerebral. Krause se distraiu com o celular no momento em que deveria estar monitorando os sinais vitais do paciente, de acordo com a Justiça argentina.
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O magistrado ainda apontou que laudos indicam que Valentín ficou pelo menos dez minutos sem que a pressão arterial ou a oxigenação fossem medidas, sem que o profissional percebesse. O anestesista chegou a sair da sala de cirurgia para procurar um carregador para o celular.
Após o procedimento e a morte cerebral, a mãe do menino afirma que passou por uma semana de “tratamento cruel” e que os médicos teriam confirmado que o dano era irreversível sete dias depois da cirurgia.
*Com informações da CNN Brasil