A Coordenação de Registros Acadêmicos (Cdara) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta sexta (20) as listas com os convocados para as bancas de heteroidentificação nos dois campi.
Os documentos são para os aprovados pelo sistema de cotas para pessoas negras, pretas e pardas no primeiro edital de reclassificação do Sistema de Seleção Unificado (Sisu 2026).
O processo será realizado integralmente de forma presencial. O comparecimento do candidato no dia, horário e local agendados é obrigatório. A pessoa deve apresentar documento de identificação original com foto.
A convocação para as bancas de heteroidentificação dos candidatos aprovados pelo Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism) está prevista para 24 de fevereiro.
Cronograma
As bancas de heteroidentificação no campus de Juiz de Fora serão em 27 de fevereiro, às 14h, no Anfiteatro do Instituto de Ciências Humanas (ICH). No campus de Governador Valadares, as avaliações serão em 2 de março, às 8h30, na Faculdade Anhanguera, no 3º andar.
O resultado do deferimento ou indeferimento da matrícula, incluindo o parecer da banca de heteroidentificação, está previsto para 6 de março, juntamente com a divulgação dos resultados dos demais grupos de cotas do processo de matrícula. O período para interposição de recurso será de 9 a 11 de março. O resultado final está previsto para dia 16.
Orientações aos candidatos
Os convocados devem chegar com, no mínimo, 30 minutos de antecedência, para organização do atendimento e o adequado andamento do procedimento. A tolerância máxima de atraso é de 10 minutos. Após o prazo, não será permitida a entrada para participação no procedimento de heteroidentificação.
Os candidatos considerados não aptos terão direito a apresentar um recurso no mesmo dia da avaliação. Para a análise dos pedidos, serão constituídas bancas recursais, compostas por novos avaliadores, que atuarão presencialmente no mesmo dia da banca de heteroidentificação.
A banca de heteroidentificação
A etapa é complementar à autodeclaração racial e será realizada com base exclusivamente no critério fenotípico. Será avaliado um conjunto de características como cor da pele, textura do cabelo e traços faciais, a fim de verificar se o candidato é socialmente reconhecido como pessoa negra (preta ou parda).
Não serão considerados documentos ou registros pretéritos, incluindo imagens, certidões ou comprovações de procedimentos de heteroidentificação realizados em outros certames ou processos seletivos, bem como provas baseadas em ancestralidade ou laudos médicos, dermatológicos, genéticos ou antropológicos.
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