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Segundo a Petrobras, os contratos de venda de gás natural às distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e tradicionalmente vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do barril de petróleo do tipo Brent e da taxa de câmbio (dólar).
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“Importante destacar que as efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios criados pela Petrobras a partir de 2024, que possibilitam a redução do preço a depender dos volumes retirados: o prêmio por performance e o prêmio de incentivo à demanda”, disse.
O preço final ao consumidor ainda depende de outros fatores, como os custos de transportes, impostos e margem de lucros de distribuidoras e revendedoras. De acordo com a Petrobras, desde dezembro de 2022, o preço médio da molécula de gás natural vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de 38%.
“Além disso, as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. A empresa ressalta que a atualização anunciada para 01/02/26 não se refere ao preço do GLP (gás de cozinha), envasado em botijões ou vendido a granel”, destacou a empresa.