As recentes mudanças no teto de compra de imóveis pelas faixas 1 e 2 do programa Minha Casa Minha (MCMV) começaram a valer em janeiro deste ano e podem pavimentar uma perspectiva positiva tanto para as famílias quanto para o mercado.
O impacto das mudanças para quem quer comprar um imóvel
Mesmo com imóveis de valor um pouco maior, o financiamento dentro das faixas um e dois mantém juros mais baixos que os praticados no mercado, prazos longos para o pagamento e possibilidade de subsídios.
Como era e o que mudou?
Na prática
- o financiamento em regiões metropolitanas com população superior a 750 mil habitantes passa a ser de R$ 270 mil. Antes, era de R$ 255 mil
- Em relação às capitais, o valor passou de R$ 250 mil para R$ 260 mil.
- Já nos municípios com população entre 300 e 750 mil habitantes, o teto para financiamento em metrópoles e capitais foi reajustado de R$ 245 mil para R$ 255 mil.
Vantagens para o mercado
Para a MRV&CO, maior empresa do segmento no país, o redesenho do MCMV é uma oportunidade de ampliação do estoque elegível, ou seja, uma oferta maior de unidades prontas ou em construção que atendem aos requisitos técnicos, financeiros e jurídicos do programa.
“Mudanças em programas habitacionais podem gerar oportunidades para as famílias, o setor produtivo e a sociedade, especialmente por ampliar o acesso à moradia, estimular a atividade econômica e gerar impacto em larga escala”, avalia o diretor executivo de comercial e crédito da MRV&CO, Thiago Ely.