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Tendência do mercado imobiliário nacional, modelo bairro planejado expande presença no Brasil

Iniciativa reúne empreendimentos em diferentes regiões do país e prevê soluções de urbanismo, mobilidade e áreas verdes; MRV destaca desafios e aprendizados na gestão de projetos de longo prazo

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Cidade Sete Sóis: modelo de bairro planejado chega a novas cidades
Cidade Sete Sóis: modelo de bairro planejado chega a novas cidades • Divulgação / MRV

Bairros planejados têm ganhado espaço no mercado imobiliário nacional ao combinar moradia, infraestrutura e serviços com intervenções urbanísticas. Os empreendimentos Cidade Sete Sóis, modelo de bairro planejado desenvolvido pela MRV, é exemplo disso, expandindo sua presença no Brasil em 2026.

O que define o conceito Cidade Sete Sóis?

Integrando moradia, infraestrutura urbana e práticas de sustentabilidade alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, Cidade Sete Sóis incorpora pilares de sustentabilidade e inspirados nas cidades inteligentes e prevê projetos como bairros abertos, com espaços de lazer, áreas verdes e equipamentos públicos, integrando novos moradores e a comunidade local.

Entre os pontos de destaque estão:

  • Natureza: foco em áreas verdes, revitalização e preservação;
  • Mobilidade: planejamento de vias e facilidade de deslocamento;
  • Urbanismo: desenvolvimento planejado;
  • Segurança e Tecnologia: soluções inteligentes;
  • Comodidades e Vizinhança: oferta de serviços, convivência e espaços de lazer abertos.

“A proposta do Cidade Sete Sóis é organizar os projetos para que deixem um legado para as regiões onde são implantados, com soluções que apoiem a ocupação humana e o desenvolvimento urbano sustentável”, afirma Rafael Albuquerque, diretor executivo de Desenvolvimento Imobiliário do Grupo MRV.

Onde os empreendimentos Cidade Sete Sóis estão localizados?

Até o momento, Cidade Sete Sóis está em grandes pólos urbanos. A lista de cidades inclui:

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Salvador (BA)
  4. Campinas (SP)
  5. Betim (MG)
  6. São José dos Campos (SP)
  7. São Carlos (SP) (Lançamento previsto para 2026).

Como funciona a gestão de um bairro planejado de longo prazo?

O desenvolvimento desses bairros ocorre em ciclos plurianuais, o que exige uma gestão dinâmica por parte da MRV. Segundo Rafael Albuquerque, diretor executivo da companhia, os principais desafios e aprendizados são:

  • Entrega por Fases: o projeto precisa manter a coerência visual e funcional desde a primeira entrega até a conclusão da última fase, anos depois.
  • Impacto no Entorno: além de construir moradias, o modelo prevê a melhoria da infraestrutura pública local (asfalto, saneamento e iluminação) para absorver o novo fluxo de habitantes.
  • Evolução do Uso: o planejamento deve ser flexível o suficiente para se adaptar às mudanças de comportamento da vizinhança e às novas tecnologias que surgem durante a construção.

“Gerir empreendimentos de longo prazo traz desafios específicos: manter coerência do planejamento, acompanhar a evolução do entorno e garantir que as etapas entreguem valor ao morador e à cidade. O aprendizado é permanente, porque o bairro se constrói com a obra, com o uso e com a relação com a vizinhança”, diz Rafael Albuquerque.

Perguntas Frequentes 

Os bairros Cidade Sete Sóis são condomínios fechados?

Não. O conceito prioriza bairros abertos com equipamentos públicos e áreas de lazer acessíveis, promovendo a integração com a cidade.

Qual o impacto para quem já mora na região?

A implantação inclui melhorias na infraestrutura urbana local, valorizando o entorno e oferecendo novas opções de lazer e serviços para a população vizinha.

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Jornalista e especialista em comunicação digital. Formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG), atua em estratégia editorial digital, planejamento e produção de conteúdo para web em formato multiplataforma e foco em SEO para notícias. Na Itatiaia, Larissa Reis é freelancer e colabora com conteúdos de GEO.