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Segundo o IBGE, a expansão registrada no ano passado levou a série do índice a novos níveis recordes, atingindo o patamar máximo em novembro. De acordo com o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, o crescimento de 2025 foi similar aos anos de 2023 (1,7%), 2022 (1,0%) e 2021 (1,4%), mas com uma amplitude menor em relação a 2024 (4,1%).
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“O crescimento de 2025 foi razoavelmente distribuído, puxado pela farmacêutica, por móveis e eletrodomésticos e equipamentos para escritório, informática e comunicação, essa última fortemente influenciada pela forte desvalorização do dólar frente ao real, que ajudou nas vendas de produtos eletrônicos importados, como celulares e laptops”, disse.
Sete das onze atividades pesquisadas no âmbito do varejo ampliado fecharam o ano com resultados positivos. O destaque fica com artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria cresceram 4,5%, bem como móveis e eletrodomésticos, seguidos por equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), e artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%).
Pelo lado negativo, as quatros atividades que sofreram queda em 2025 foram Veículos e motos, partes e peças (-2,9%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e Material de construção (-0,2%).
O comércio varejista ampliado, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, teve uma variação positiva de apenas 0,1% em 2025, enquanto registrou uma queda acentuada na passagem de novembro para dezembro (1,2%).
“O varejo ampliado não experienciou expansão em 2025 em relação a 2024, variando apenas 0,1%. Isso se deve às perdas de setores importantes, como de revenda de veículos, motos, partes e peças (que havia tido um 2024 muito forte) e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve queda na distribuição de cereais e leguminosas, produtos ofertados normalmente nos Ceasas”, disse o gerente Cristiano.