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A NACE (National Association of Corrosion Engineers) é a principal autoridade global no desenvolvimento de normas para o controle de degradação de materiais. Fundada para dar suporte técnico a setores críticos como óleo, gás e infraestrutura, ela fornece a base científica para que indústrias de qualquer porte possam prever falhas e otimizar investimentos. Segundo a instituição, o custo anual da corrosão no mundo ultrapassa os US$ 2,5 trilhões.
O custo invisível e o ciclo de vida dos ativos
Um dos pontos centrais do relatório é a distinção entre o custo de aquisição e o custo do ciclo de vida. Muitas empresas buscam economizar no estágio inicial (CAPEX), optando por revestimentos ou materiais mais simples. O estudo prova que essa economia é ilusória. Quando a proteção anticorrosiva não é integrada ao projeto original, os gastos se deslocam para a operação (OPEX), onde as intervenções são muito mais caras e traumáticas.
A aplicação de soluções que combinam propriedades decorativas e proteção anticorrosiva de alto desempenho permite que a indústria:
- Minimize a depreciação: Equipamentos protegidos mantêm seu valor patrimonial e funcional por períodos significativamente maiores;
- Otimize o cronograma de manutenção: Em vez de reagir a falhas, o gestor pode planejar paradas preventivas baseadas na durabilidade estimada do revestimento;
- Garanta a segurança do trabalho: A corrosão severa em suportes, tanques e tubulações é uma causa primária de acidentes estruturais e vazamentos de substâncias perigosas.
Da manutenção técnica à gestão estratégica
A grande contribuição da NACE International com o estudo IMPACT foi a criação do CMS (Corrosion Management System). O documento argumenta que as tecnologias de proteção já existem, mas o que falta às indústrias é um sistema de gestão que conecte o chão de fábrica à diretoria financeira.
Ao adotar práticas de gestão recomendadas, estima-se uma economia real entre 15% e 35% nos custos totais de manutenção. Para uma média indústria, essa porcentagem pode representar a diferença entre o lucro líquido e o prejuízo operacional ao final do ano. A proteção anticorrosiva, portanto, deixa de ser um gasto de “pintura” para se tornar uma blindagem do fluxo de caixa.
Conclusão e Aplicabilidade
Para o industrial brasileiro, investir em
Implemente revestimentos PVD, PECVD ou anticorrosivos com suporte técnico especializado do Senai.