O governo do presidente Donald Trump nos Estados Unidos fez uma série de exigências para que a
A pressão ocorre sobre os rumores de que os Estados Unidos teriam feito um acordo com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, atual presidente interina, que resultou na operação do último sábado (3) e na captura e prisão de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Preço do petróleo sobe e petrolíferas dos EUA disparam após operação na Venezuela Salário mínimo na Venezuela cai para R$ 2,34 por mês após operação dos EUA
Segundo a CNN, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse à Delcy Rodríguez que a Venezuela deve romper as relações com a China, Irã, Rússia e Cuba, principais destinos do petróleo bruto do país. A presidente interina também teria que concordar em favorecer os Estados Unidos e as empresas petrolíferas americanas em futuras vendas.
Apesar das exigências econômicas, Rubio afirmou que as demandas mais urgentes do governo americano se concentram na expulsão de adversários estrangeiros por Caracas, na cooperação com as vendas de petróleo e cooperação no combate ao narcotráfico. As autoridades ouvidas pela CNN, porém, não confirmam se a Venezuela concordou com as exigências.
Caso Rodríguez coopere, uma fonte da Casa Branca afirmou que o governo está aberto a rever as sanções contra Caracas. Em comunicado nesta quarta-feira, a estatal petrolífera venezuelana PDVSA afirmou que está avançando nas negociações com os Estados Unidos para a venda de petróleo, sob termos legais e transparentes.
Em coletiva logo após a operação no sábado, Trump afirmou que os EUA vão governar a Venezuela até que haja uma transição democrática no país. Ele também ressaltou o interesse nas reservas de petróleo, e afirmou que