Cronograma de pagamento de indenização trava acordo de Mariana

Assinatura deve ser feita depois da revisão da periodocidade e valor das parcelas

O acordo de Mariana deve ser fechado somente após a revisão do cronograma de pagamento das indenizações, segundo fontes da coluna. Minas Gerais e Espírito Santo, que são Estados atingidos, reclamam que os valores e prazos de pagamento são incompatíveis com a necessidade do poder público.

O período seria longo demais e as parcelas em montante insuficiente para as ações previstas pelos Estados.

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De toda forma, previsão de assinatura permanece para outubro, conforme adiantou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), o valor total é de R$ 167 bilhões.

Desse montante, R$ 100 bilhões seriam dinheiro novo, R$ 30 bilhões serão recursos executados pelas próprias mineradoras e R$ 37 bilhões já foram pagos pelas empresas em indenizações e compensação.


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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast “Abrindo o Jogo”, que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

A opinião deste artigo é do articulista e não reflete, necessariamente, a posição da Itatiaia.

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