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Caso Ana Luiza: se socorro tivesse sido imediato, ela poderia ter sido salva, diz PC

A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (26) em coletiva da imprensa

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Caso Ana Luiza: adolescente morreu sufocada durante estupro, aponta polícia

Imagens cedidas a Itatiaia

A Polícia Civil informou, durante a coletiva de imprensa desta sexta-feira (26), que a adolescente Ana Luiza Silva Gomes de 12 anos, morreu por sufocamento por causa do estupro. Segundo as investigações, se ela tivesse sido atendida imediatamente, poderia ter sido salva. O caso aconteceu no bairro Bela Vitória, região Nordeste de Belo Horizonte, no dia 16 de janeiro.

Ainda de acordo com informações da PC, o autor não se preocupou em prestar socorro a vítima. Na versão do homem, ele a encontrou em um campo de futebol e a convidou para sua casa, onde começou a passar mal. Então, segundo o suspeito, ele a levou para fora de casa e acionou socorro.

As investigações, no entanto, apontam que ela morreu próximo do horário em que entrou na casa. Os exames constataram, ainda, provas do estupro cinco horas antes da morte.

A Polícia Civil informou que o suspeito tem traços característicos de pedófilo e tem passagens pelo mesmo crime no ano de 2021.

O suspeito foi indiciado pelos crime de estupro, homicídio, fraude processual e corrupção de menores. Atualmente, ele se encontra preso. Caso seja condenado, a pena pode chegar a 54 anos de prisão.

Relembre o caso

  • Câmeras de segurança mostram que, no dia 16 de janeiro, por volta de 10h13, a menina entrou em uma casa na rua Marrocos Filho com um homem;
  • Três horas depois, a câmera flagra o mesmo homem, com uma roupa diferente, olhando o movimento da rua. Em seguida, ele é flagrado deixando o corpo da menina no passeio da casa;
  • O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e o óbito, constatado no local;
  • O suspeito foi encontrado e contou à polícia que estava no campo de futebol do bairro Nazaré, quando viu Ana Luiza. Ele disse que ela pediu água, pois estava passando mal, e que ele a convidou para ir até a sua casa;
  • Em determinado momento, na versão dele, ela ficou com falta de ar e ele a levou para fora de casa e acionou socorro. As investigações, no entanto, apontam que ela morreu por sufocamento durante estupro e foi deixada, já sem vida, do lado de fora da casa;
  • Ele foi preso em flagrante no dia 17 de janeiro e, no dia 26 de janeiro, foi indiciado por estupro, homicídio e fraude processual criminosa;
  • A menina foi sepultada no dia 17 de janeiro, no Cemitério da Saudade, na região Leste de BH.
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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia da Itatiaia. Comunicativa e ligada as redes sociais, entretenimento e cidades.
Formou em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.
Jornalista formado em Comunicação Social pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH). Na Itatiaia desde 2008, é “cria” da rádio, onde começou como estagiário. É especialista na cobertura de jornalismo policial e também assuntos factuais. Também participou de coberturas especiais em BH, Minas Gerais e outros estados. Além de repórter, é também apresentador do programa Itatiaia Patrulha na ausência do titular e amigo, Renato Rios Neto.
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