Homenageando Arlindo Cruz, ‘Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro’ desfila na Afonso Pena

Os foliões se emocionaram e deram o tom carnavalesco aos sucessos de nomes como Ferrugem e do grupo Menos É Mais

O bloco, apelidado pela abreviação “Me Beija”, foi criado em 2014 e, desde então, mescla o pagode com o ritmo e a animação do Carnaval.

A avenida Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte, transformou-se, na tarde desta terça-feira (17), em uma roda de pagode em pleno Carnaval, com o cortejo do bloco Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro, em homenagem a Arlindo Cruz.

Os foliões se emocionaram e deram o tom carnavalesco aos sucessos de nomes como Ferrugem e do grupo Menos É Mais.

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Um dos fundadores do bloco, o músico Matheus Brant, contou à Itatiaia que o grupo “nunca sentiu muita necessidade de ter um tema para o desfile”, mas que é importante prestar as devidas homenagens aos ídolos do gênero, como Arlindo e também Beth Carvalho, que recebeu um tributo durante o Carnaval de 2020.

“Homenageamos a Beth, que é uma pessoa fundamental para o pagode, e o Arlindo da mesma forma agora, em 2026, dada a importância que ele tem para essa linha auxiliar do samba, que é o pagode, mas que possui muitas diferenças e particularidades próprias. A escolha de Arlindo Cruz foi por essa razão: ele é um dos maiores compositores de samba e pagode do Brasil”, disse à Itatiaia.

Arlindo faleceu em agosto do ano passado, aos 66 anos. O cantor, compositor e multi-instrumentista sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico em março de 2017, após passar mal em casa.

O bloco, apelidado pela abreviação “Me Beija”, foi criado em 2014 e, desde então, mescla o pagode com o ritmo e a animação do Carnaval.

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.

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