A requalificação do Centro de Belo Horizonte, que engloba uma série de mudanças em bairros do entorno da região, é uma pauta que está em alta no momento. Nesta quinta-feira (22),
Segundo o Secretário Municipal de Política Urbana de BH, Leonardo Castro, o Projeto de Lei 574 de 2025, que tramita na Câmara, tem como principal objetivo incentivar a produção de novas moradias no Centro da capital, a partir de algumas estratégias, como reocupação de prédios que estão pouco ocupados atualmente.
As ações para implementação deste projeto, de acordo com o secretário, começaram ainda em 2022, com a requalificação da Praça Rio Branco, da Praça da Estação, da construção do espaço multiuso do Parque Municipal, da demolição do anexo dos edifícios Sulacap e Sulamérica, próximo ao Viaduto Santa Teresa, além da reinauguração da Praça Fuad Noman, antiga Praça da Independência.
“O Centro de Belo Horizonte perdeu muito ao longo dos anos, perdeu em comércio, em serviço e também principalmente em moradores. Muita gente saiu do centro, foi buscar outras regiões da cidade”, afirmou.
Revitalização do Centro pode melhorar trânsito, mobilidade e valorizar bares em BH Projeto de revitalização do Centro de BH anima comércio e construção civil Projeto que revitaliza Região Central de BH prevê incentivo para construção de imóveis sociais Estudo técnico e diálogo: o que pode melhorar na revitalização do Centro de BH
Um dos objetivos também é aproximar a população de BH da “infraestrutura mais abundante que existe na cidade”, que é a área central, conectando-se também à Região Metropolitana de Belo Horizonte.
“Essa conectividade, essa proximidade, só vai acontecer a partir do momento em que a gente conseguir produzir mais moradias no centro”, afirmou o secretário.
A revitalização vai abranger não só o Centro da capital, mas também bairros do entorno, como Barro Preto, Santa Efigênia, Carlos Prates, Concórdia, Lagoinha, Bonfim, Colégio Batista, Floresta, entre outros.
“O Centro de Belo Horizonte é o centro de toda a metrópole, né? Ele congrega as pessoas de toda a região metropolitana e, às vezes, até de municípios que não estão na Grande BH. Então, a gente precisa fazer essa discussão de maneira bastante ampliada para que o futuro da cidade aconteça de acordo com o que o morador, o cidadão de Belo Horizonte, deseja”, concluiu o secretário.