A Volkswagen confirmou nesta terça-feira (3) que a sua futura picape intermediária se chamará Tukan, nome antecipado recentemente em um registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). As nomenclaturas Airon e Udara também foram cogitadas para o novo modelo.
“A nova picape Volkswagen Tukan nasce como um projeto que traduz identidade, intenção e significado, dando início a um novo e importante da Volkswagen no País”, diz a marca em comunicado oficial.
Projeção da futura picape Volkswagen Udara
Totalmente projetada no Brasil, a picape será fabricada em São José dos Pinhais-PR a partir de 2027. “A Tukan simboliza uma virada estratégica para a nossa marca no Brasil e reforça o papel estratégico do país no desenvolvimento de veículos da Volkswagen, valorizando a nossa engenharia, nossas pessoas e a nossa capacidade local de criar produtos com relevância regional e vocação global”, destaca Ciro Possobom, CEO e Presidente da Volkswagen do Brasil.
Ainda mantida em segredo, a Volkswagen Tukan teve apenas um detalhe da lateral mostrada ao lado do Canarinho, mascote da Seleção Brasileira de futebol, que voltou a ser patrocinada pela empresa. A picape marca também a volta da pintura amarelo Canário ao portfólio de cores da Volkswagen.
Mascote Canarinho, da Seleção Brasileira de futebol, posa ao lado da Volkswagen Tukan
A Tukan será fundamental para ampliar a participação da Volkswagen no segmento de comerciais leves a partir de 2027. A nova picape será ligeiramente maior que a Saveiro, atingindo proporções parecidas com as da Chevrolet Montana. Essas informações coincidem com declaração recente de Possobom, que adiantou em meados de 2024 que as novas picapes da marca serão maiores e mais robustas que os modelos atuais.
A Volkswagen Tukan será construída a partir da plataforma MQB A0, mesma estrutura dos modelos Polo, T-Cross, Nivus e Virtus. De acordo com a
A escolha desse conjunto mecânico reforça a proposta de veículo comercial com baixo custo de manutenção e boa disponibilidade de peças de reposição para viabilizar os reparos – condição essencial na logística de frotistas.
As versões de entrada com cabine dupla poderão ser movidas pelo motor 200 TSI 1.0 turbo de três cilindros com injeção direta, que gera 128 cv e 20,4 kgfm, e câmbio automático de seis marchas.
As variantes mais caras, por sua vez, serão equipadas com o novo motor 1.5 turbo flex Evo2 com sistema híbrido leve de 48 Volts de 150 cv e 25,5 kgfm. Neste caso, o câmbio será automatizado DSG de dupla embreagem e sete velocidades.
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