De acordo com o Auto Mais, algumas unidades do novo Fiat Argo estão sendo produzidos no regime de pré-série para os ajustes finais da linha de montagem e de alguns componentes mecânicos do modelo.
O novo Fiat Argo será feito em Betim a partir de uma nova plataforma, compartilhada com outros modelos do Grupo Stellantis, como os Citroën C3, Aircross e Basalt, além dos Peugeot 208 e 2008.
Mais moderna, essa arquitetura permitirá a adoção de motorizações eletrificadas, incluindo uma híbrida leve (MHEV), mais focada em custo-benefício que sistemas mais sofisticados, como o híbrido plug-in (PHEV) e o elétrico (BEV).
Motorizações conhecidas
As motorizações flex cotadas para o novo Argo são conhecidas do mercado. A Firefly 1.0 de três cilindros de 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque e a 1.3 aspirada de quatro cilindros de 107 cv e 13,7 kgfm, ambas com câmbio manual de cinco marchas deverão equipar as versões mais baratas do hatch – esta última com opção de transmissão automática CVT de sete marchas simuladas.
As configurações mais caras serão movidas pelo 1.0 turbo flex de três cilindros de 130 cv e 20,4 kgfm associado ao câmbio CVT e ao sistema híbrido leve (MHEV), presentes nos modelos Pulse e Fastback.
Fiat Grande Panda
O novo Fiat Argo terá mudanças visuais em relação Grande Panda europeu, como novos faróis e para-choques. As portas serão mais simples, sem o nome do modelo estampado na chapa de aço, por exemplo. O carro flagrado, equipado com faróis halógenos, aparenta ser o protótipo de uma versão de entrada. As configurações mais caras deverão adotar iluminação em LED.
O interior também será adaptado para o mercado sul-americano para reduzir custos de produção, adotando acabamentos mais simples nas versões mais baratas.
A chegada do novo modelo, no entanto, não encerrará a produção do Argo atual. A Fiat voltará a ter duas gerações de um modelo com o mesmo nome – estratégia semelhante à adotada com Uno e Palio – mantendo a primeira geração com uma oferta reduzida de versões para atender frotistas.