Ambos os modelos serão produzidos no Polo Automotivo de Goiana-PE, a partir da plataforma STLA Medium do grupo Stellantis. Essa arquitetura também servirá de base às novas gerações do Jeep Commander e das picapes Fiat Toro e Ram Rampage.
Em entrevista à revista britânica
“Analisando o perfil dos clientes, há uma clara diferença entre um carro de 4 metros de comprimento, que atende principalmente às necessidades de alguns de nossos clientes europeus que buscam um veículo compacto, e um veículo maior, de 4,25 m a 4,30 m de comprimento, que atende mais às necessidades de famílias jovens que talvez estejam começando a ter filhos ou que tenham um estilo de vida muito ativo. Essas são as pessoas que precisam levar mais coisas, então precisam de mais espaço na segunda fileira de bancos e mais espaço no porta-malas”, disse o executivo.
O novo Jeep Renegade deverá seguir a tendência da nova geração do Compass, já vendida na Europa, oferecendo diferentes motorizações. No Brasil, o SUV terá opções híbridas leve e plug-in (PHEV), mas a variante elétrica ainda é uma incógnita.
No caso da híbrida leve, o motor a combustão será 1.3 turbo flex, associado ao câmbio automático Aisin de seis marchas, enquanto no mercado europeu o SUV terá uma caixa automatizada de dupla embreagem.
Plataforma Bio-Hybrid
O sistema híbrido plug-in Bio-Hybrid será disponibilizado somente nas versões intermediárias e de topo de gama, combinando o 1.3 turbo flex a propulsores elétricos capazes de movimentar o veículo. Nessa configuração, o câmbio será automatizado de dupla embreagem banhada a óleo.
O sistema elétrico, por sua vez, poderá ser recarregado em fontes externas ou pela regeneração do motor a combustão e nas frenagens.
Projeções: