Além do Renegade, os Jeep Compass e Commander, além da picape Fiat Toro, também serão fabricados com a tecnologia Bio-Hybrid, como parte de um investimento de R$ 13 bilhões no Polo Automotivo de Goiana-PE.
Jeep Renegade Altitude
O sistema híbrido leve virá acompanhado da terceira reestilização aplicada ao SUV desde o seu lançamento, em 2015. O Renegade ganhará novos para-choques e grade frontal redesenhados e novas rodas de liga leve.
O interior deverá sofrer melhorias, como uma central multimídia com tela flutuante e um console central atualizado – mantendo o bom nível de acabamento.
Motorização híbrida leve
O Jeep Renegade 2027 seguirá equipado com o motor T270 1.3 turbo flex de 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque. O sistema Bio-Hybrid combina o propulsor a combustão a dois elétricos: um para substituir o alternador e o motor de partida e um adicional de 28 cv e 5,6 kgfm ligado ao câmbio.
A expectativa era que os modelos híbridos da Stellantis trocassem o atual câmbio Aisin automático de seis marchas por uma transmissão automatizada de dupla embreagem. Conforme apuração do site
Plataforma Bio-Hybrid
Uma bateria de 0,9 kWh de capacidade suporta o sistema, sendo recarregada pelos motores. Uma central eletrônica faz o gerenciamento da operação entre os modos a combustão, elétrico ou híbrido para otimizar o desempenho e o consumo de combustível.
Jeep Renegade terá duas versões híbridas leves
O Jeep Renegade terá duas versões híbridas leves (MHEV), de acordo com o
As duas primeiras manterão o conjunto mecânico formado pelo motor 1.3 turbo flex, câmbio automático de seis marchas e tração dianteira. A Willys seguirá com esse propulsor atrelado à caixa automática de nove velocidades e ao sistema de tração nas quatro rodas.
Já as versões Longitude e Sahara terão o 1.3 turbo flex auxiliado pelo propulsor elétrico funcionando como alternador e motor de partida. No conjunto híbrido leve, apenas a unidade a combustão traciona o veículo.