Minasul inaugura nova loja com 17 mil itens em Três Pontas

Nova unidade da Minasul oferece insumos, suporte técnico e serviços voltados ao café, citricultura e pecuária no Sul de Minas.

Produtores encontram maquinários e outros produtos.

Inaugurada nesta terça-feira (20), em Três Pontas, a nova loja da Minasul conta com uma oferta de mais de 17 mil itens. O portfólio abrange desde insumos e ferramentas até produtos específicos para atender produtores de café e cítricos. Além da variedade de mercadorias, os cooperados encontram facilidades na unidade, onde, conforme Bernardo Paiva, diretor-presidente da Minasul, é possível obter assistência completa.

“Nós trazemos serviços, tecnologias. Teremos um departamento técnico à disposição dos produtores da região. Vamos atuar tanto no mercado de café, soja, milho, pecuária e outras culturas perenes que estão crescendo na região, como abacate, citrus, a parte de uva que vem crescendo também aqui na região. Então estamos aqui com um portfólio muito amplo. E o foco nosso é ser a melhor para o cooperado”, disse Bernardo Paiva.

Segundo a cooperativa, a instalação em Três Pontas era um desejo antigo dos produtores rurais, devido à força do agronegócio no município. “É um grande parque cafeeiro, né? E os nossos cooperados nos cobravam muito isso. Estar presente para facilitar a vida deles. E nós queremos agora exatamente promover essa estrutura. É uma estrutura primeiro de loja, mas daqui a pouco vai ser de café também”, explicou Marcelo Ramos, diretor administrativo financeiro da Minasul.

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O secretário municipal de Agropecuária de Três Pontas, João Aleixo Ferreira Peretti, destacou que a nova unidade deve trazer facilidades ao produtor. “Nosso município é extenso na área rural. Traz uma certa tranquilidade para os pecuaristas, para aqueles produtores de café, aqueles produtores da soja, onde possam adquirir os insumos, os defensivos, tudo junto à Minasul”, concluiu.

Mercado do café

Heberson Sastre, da Mesa de Operações da Minasul, destacou que a unidade representa também um ponto estratégico para a captação e originação de café. “A gente vai levar liquidez diária para todos os produtores e cooperados que aqui estiverem participando”, afirmou.

Ele também explicou que, com a proximidade da safra, o produtor precisa estar atento às oportunidades de mercado. “Esse ano tem um pouco mais de café na mão do produtor em relação ao ano passado. Mas o mercado sempre dá oportunidades e o produtor tem que ficar preparado”.

Entre os desafios para o setor, Sastre cita o ano político e as possíveis oscilações do dólar. Ele relembra que, mesmo com o fim das tarifas americanas, os produtores aguardam por preços mais atrativos. “Hoje não existem mais as tarifas, as exportações estão fluindo para todo mundo, inclusive Estados Unidos, que depende do nosso café brasileiro. Então, hoje o mercado corre naturalmente, os produtores estão aguardando preços melhores”, concluiu.

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