‘Brutalidade indescritível’, diz Lula ao citar os 80 anos do fim do massacre de judeus em Auschwitz
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nesta segunda-feira (27) sobre os 80 anos do fim do campo de concentração de Auschwitz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o fim do antissemitismo ao se manifestar nesta segunda-feira (27) sobre os 80 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, onde mais de 1 milhão de judeus foram mortos na Segunda Guerra Mundial.
Ao lembrar do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, Lula afirmou que Auschwitz foi palco de uma “brutalidade indescritível”, onde os judeus perderam suas vidas sob a “barbárie do regime nazista de Hitler”.
Lula foi considerado “persona non grata” pelo governo de Israel, em fevereiro de 2024, devido às críticas aos bombardeios na Faixa de Gaza.
O termo é um instrumento jurídico adotado nas relações internacionais para indicar que determinada autoridade não é bem-vinda.
Repórter da Itatiaia desde 2018. Foi correspondente no Rio de Janeiro por dois anos, e está em Brasília, na cobertura dos Três Poderes, desde setembro de 2020. É formado em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), com pós-graduação em Comunicação Eleitoral e Marketing Político.



