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PT de Minas pessimista quanto à candidatura de Pacheco

Em reunião nesta segunda-feira, 11, à noite, lideranças de Minas consideraram que neste momento, a tendência é de que o senador não se disponha a concorrer

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Rodrigo Pacheco
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco • Agência Senado

Lideranças do PT de Minas, reunidas nesta segunda-feira, 11, à noite, firmaram o entendimento, a partir de informações de interlocutores, de que, hoje, o mais provável é que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) não concorra ao Palácio Tiradentes. Ao mesmo tempo, a expectativa é de que ele ajude a construir a candidatura do campo em Minas. Entre os nomes que sinaliza sugerir estão o de Jarbas Soares, ex-procurador geral de Justiça e o do empresário Josué Gomes da Silva.

A tendência do PT no estado é entregar o problema para que o presidente Lula (PT) resolva. Dentro da legenda, há tendências que defendem que a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, seja deslocada da eleição ao Senado para a disputa ao governo de Minas. Marília já se posicionou claramente que a sua opção ao Senado não é negociável. Há outros grupos que trabalham para articular um palanque em torno do ex-presidente da Câmara Municipal, Gabriel Azevedo (MDB). Até agora, as movimentações não são coordenadas e estão desencontradas.

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O senador Rodrigo Pacheco ainda não deu declarações públicas definitivas em relação à sua eventual candidatura. Ele tem sido procurado por lideranças nacionais, inclusive o presidente do PT, Edinho Silva. Mas será apenas a partir de uma conversa com o presidente Lula que formalizará a sua posição, que também depende muito de como vai evoluir o relacionamento de Lula com o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP).