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Interlocutores ouvidos pela Itatiaia afirmam que a avaliação é de que a obstrução da pauta irá prejudicar os servidores, apesar da ideia de que é possível fazer melhorias no projeto de lei.
O estado propõe conceder um reajuste de 5,4% aos quadros do Executivo, percentual que deve garantir o pagamento do piso do magistério.
A proposta prevê o pagamento retroativo a partir de 1º de janeiro de 2026.
Ao todo, segundo o governo, 673 mil servidores serão contemplados pela recomposição, gerando um adicional de aproximadamente R$ 3,4 bilhões anuais para a folha de pagamento de Minas.
Por conta das eleições de outubro, reajustes com ganho real só podem ser concedidos até 180 dias antes do pleito; portanto, o prazo para a aprovação é até o próximo dia 4 de abril.
A última recomposição salarial anunciada pelo governo de Minas Gerais foi em 2024, quando o Executivo concedeu um reajuste de 4,62%.
Se aprovado pelo Legislativo, esse será o terceiro reajuste geral concedido pelo governador ao longo dos oito anos de mandato, já que