CPAC: ‘Maior crime hoje no Brasil é apoiar Bolsonaro’, diz Bia Kicis

A deputada federal defendeu eleições diretas para OAB e criticou o fato de o presidente da entidade ser candidato a reeleição

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) discursou durante palestra na 5° Conferência Ação Política Conservadora (CPAC) em Balneário Camboriú

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) criticou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante palestra na 5° Conferência Ação Política Conservadora (CPAC) em Balneário Camboriú. Kicis voltou a citar a nota da OAB, declarando inconstitucional o Projeto de Lei que equipara o aborto até 22 semanas de gestação ao homicídio.

A deputada federal criticou o fato de o atual presidente da OAB, Beto Simonetti, ser candidato à reeleição. “Primeira vez na história”, disparou.

Kicis também afirmou que como parlamentar não pode subir na tribuna e expor suas posições e acrescentou “vir falar aqui sobre esse tema pode pesar sobre minha cabeça”. A senadora é autora do Projeto de Lei que prevê habeas corpus, segundo ela, para “proteger” o cidadão, incluindo o parlamentar, de decisões judiciais consideradas abusivas.

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Kicis defendeu a direita e o ex-presidente da República e disse que “o maior crime no Brasil é apoiar Bolsonaro”.


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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast “Abrindo o Jogo”, que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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