O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos,
A declaração foi dada em entrevista ao podcast “This Past Weekend”, apresentado por Theo Von. O episódio foi ao ar nesta quinta-feira (12).
“Não tenho medo de germes. Sabe, eu costumava cheirar cocaína na tampa do vaso sanitário”, afirmou.
Durante a fala de RFK, a dupla conversava sobre o histórico do secretário sobre uso de drogas e as reuniões de apoio durante a pandemia de Covid-19. Naquela época, reuniões oficiais foram canceladas, mas o secretário participava de um grupo clandestino.
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Pedido de renúncia
A declaração repercutiu negativamente nos Estados Unidos. A Protect Our Care, organização sem fins lucrativos que luta por um sistema de saúde acessível nos EUA pediu a renúncia do secretário após as declarações.
“Ele é a pessoa mais perigosa, despreparada e inadequada que já liderou uma agência federal tão importante, com poder de vida ou morte”, dizia o comunicado.
A repercussão foi ainda pior nas redes sociais. “Por algum motivo, não confio nesse cara para a saúde pública”, escreveu um representante democrata nas redes sociais.
Sobrinho de John Kennedy
RFK é filho de Robert F. Kennedy, procurador-geral e senador dos EUA, e sobrinho do presidente do país, John F. Kennedy.
Atualmente, o secretário fala de forma aberta de seu vício em drogas no passado, que começou antes do assassinato de seu pai, em 1968, em Los Angeles. Ele parou com o vício em 1983.