A Rússia lançou uma série de bombardeios com drones e mísseis contra vários locais na Ucrânia, neste domingo (22), atingindo infraestruturas ferroviárias,
Kiev, a capital ucraniana, tem sido alvo de bombardeios ao longo do conflito. A polícia informou que este último ataque deixou pelo menos um morto e dezenas de feridos, incluindo quatro crianças. Nas últimas semanas,
Jornalistas da Agence-France Presse oviram explosões durante esta madrugada, pouco depois de um alerta de ataque aéreo com mísseis balísticos ter sido acionado.
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Moradores de Kiev relataram tremores durante o ataque. “Senti o prédio tremer”, disse Olga, uma mulher de 48 anos. Outro vizinho destacou que não existe instalações militares na região atingida. “Esta é uma área residencial; há escolas, jardins de infância, casas. Então isso definitivamente não tem relação com nenhuma instalação militar ou qualquer tipo de indústria”, disse Anton.
O presidente da Ucrânia,
Explosões em outras regiões da Ucrânia
A Força Aérea ucraniana declarou um alerta geral em todo o país devido a ameaças de mísseis. Autoridades das regiões de Dnipro, no centro-leste, e Odessa, no sul, também relataram bombardeios, que deixaram duas pessoas feridas na primeira e atingiram infraestruturas com drones.
Em Lviv, perto da fronteira com a Polônia, explosões em lojas no centro da cidade mataram uma policial e feriram outras 15 pessoas, antes que os alertas de ataque aéreo fossem ativados. “Este é claramente um ato terrorista”, declarou o prefeito Andrii Sadovy em um vídeo publicado nas redes sociais, sem especificar quem poderia ser o responsável.
Quatro anos de guerra
O maior conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial completará quatro anos em 24 de fevereiro. A Rússia, que invadiu aproximadamente 20% do território ucraniano, bombardeia diariamente áreas civis e infraestruturas - desencadeando a pior crise energética da Ucrânia desde o início da invasão em 2022.
Na frente diplomática, várias
Nesta terça-feira (24), quando o conflito entre em seu quinto ano, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, copresidirão uma reunião por videoconferência da Coalizão de Voluntários em apoio à Ucrânia.
*Com informações da AFP
(Sob supervisão de Alex Araújo)