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Rússia declara que está imune às sanções dos Estados Unidos

As sanções consistem no congelamento de todos os ativos da Rosneft e da Lukoil nos EUA, além de proibir empresas americanas de fazer negócios com as petroleiras

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Foto mostra bandeira da Rússia hasteada
Os ataques no território russo foram intensificados desde o início do conflito, especialmente contra infraestruturas petrolíferas • Reprodução/Pixabay

A Rússia afirmou, nesta quinta-feira (23), que é imune às novas sanções impostas pelos Estados Unidos e que elas colocam em risco os esforços diplomáticos para acabar com a guerra na Ucrânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nessa quarta-feira (22) novas sanções contra as duas maiores empresas de petróleo da Rússia, Rosneft e Lukoil. Ele havia adiado a imposição de restrições contra o país durante meses, mas a paciência acabou após o adiamento do encontro em Budapeste com Putin.

"Consideramos este passo como exclusivamente contraproducente", declarou Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

"Nosso país desenvolveu uma forte imunidade contra as restrições ocidentais e continuará desenvolvendo, com confiança, seu potencial econômico, incluindo seu potencial energético", acrescentou.

A União Europeia (UE) também apresentou uma série de sanções para pressionar a Rússia a encerrar a ofensiva de três anos na Ucrânia.

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, elogiou as sanções, que enviam uma mensagem "contundente e necessária" à Rússia.

"Esperávamos por isso. Esperemos que funcione, é muito importante", declarou o presidente ucraniano. "Devemos, junto com a Europa e os Estados Unidos, aumentar a pressão sobre Putin para que termine a guerra", acrescentou.

*Com AFP

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.