A mídia estatal iraniana informou, nesta quarta-feira (21), um novo levantamento de mortes durante os
Ativistas afirmam que os protestantes foram brutalmente reprimidos. Por outro lado, autoridades iranianas condenaram o movimento caracterizado como um ato “terrorista” incentivado pelos Estados Unidos.
O balanço da mídia estatal do
Porém, a ONG afirma que o número real de
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Um comunicado da Fundação de Veteranos e Mártires do Irã indicou que 2.427 pessoas, entre elas membros da forças de segurança, foram consideradas “mártires” pelo islamismo e descrita como vítimas “inocentes.”
Anteriormente, o chefe da polícia nacional do Irã, Ahmad-Reza Radan, prometeu
“Os jovens que se envolveram involuntariamente nos protestos são considerados indivíduos que foram enganados, não soldados inimigos”, e “serão tratados com indulgência pelo sistema da República Islâmica”, declarou Radan à televisão estatal.