Países do Oriente Médio presenciam o 5º dia de conflito entre os Estados Unidos, Israel e Irã. Os ataques, que iniciaram no último sábado (28), registram
A reportagem da Itatiaia listou alguns dos últimos acontecimentos, como supostos acordos de cessar-fogo, bombardeios e parcerias entre países. Confira:
Cessar-fogo entre EUA e Irã é improvável
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou que o país não irá entrar em um acordo de paz. “Não estamos pedindo um cessar-fogo. Não vemos nenhuma razão pela qual devamos negociar com os Estados Unidos”, disse à NBC News.
O presidente norte-americano,
Irã afirma ter atingido porta-aviões dos EUA
A televisão estatal do Irã informou que drones da Guarda Revolucionária iraniana atingiram o porta-aviões dos Estados Unidos - o “USS Abraham Lincoln” - que foi ao Golfo Pérsico para pressionar Teerã no fim de janeiro.
A Guarda Revolucionária do
Explosões em Catar, Bahrein e Arábia Saudita
Países que possuem bases militares norte-americanas são alvos de bombardeios, como represálias do Irã aos ataques dos
Entre os Estados está o Catar, que foi alvo de um “ataque com mísseis”, segundo o Ministério da Defesa após relatos de explosões na capital, Doha.
A capital do Bahrein, Manama, também foi atingida por bombardeios, segundo jornalistas da Agence France-Presse. Na Arábia Saudita, diplomatas em Riade, receberam ordem para buscar refúgio.
Em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, seis trabalhadores estrangeiros ficaram feridos em uma área industrial devido à queda dos destroços de um drone interceptado, de acordo com autoridades locais.
EUA pedem a Israel para seguir ‘até o fim’
Com uma parceria antiga, o
Logo após Donald Trump anunciar que os Estados Unidos iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, Israel também divulgou que ajudaria nos bombardeios contra o país vizinho de continente.
Mas como o conflito começou?
Donald Trump anunciou que os Estados Unidos atacariam o Irã com o objetivo de destruir as forças armadas do país e seu programa nuclear.
Em um vídeo publicado na rede Truth Social, o republicano acusou o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares”. De acordo com Trump, os EUA “não aguentam mais”. Na ocasião, Israel também anunciou
Confira a linha do tempo
28 de fevereiro: EUA e Israel iniciaram os ataques contra o Irã. Como resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques em grande parte do Oriente Médio, com explosões em países que abrigam bases militares norte-americanas, como os Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
1º de março: a mídia estatal iraniana confirmou a morte do líder supremo do
2 de março: Trump afirmou, em entrevista à CNN, que os Estados Unidos estão “dando uma surra” no Irã. Ele ainda prometeu que a “grande onda” dos ataques ainda estaria por vir. O presidente dos EUA afirmou que o conflito deve durar entre “quatro ou cinco semanas”, mas sem descartar a possibilidade do prazo se estender.
3 de março: a Assembleia dos Especialistas, localizada em Qom, no Irã, foi atingida por um bombardeio de Israel. O local poderia estar recebendo uma reunião para a
4 de março: a Base Aérea de Al Udeid, no Catar, a maior instalação militar dos Estados Unidos no Oriente Médio, foi atingida por um míssil balístico iraniano. Segundo o governo catari, não houve vítimas. Na mesma data, Israel iniciou uma série de ataques contra Teerã.
5 de março: duas explosões foram ouvidas em