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Após 36 anos ouvindo que era parecida com a prima, mulher descobre que o tio era seu pai

Australiana descobriu que o tio, já falecido, era seu pai biológico após teste de DNA ; revelação mudou a história da família e fortaleceu vínculo entre os dois parentes

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Reprodução | Redes Sociais

Uma descoberta feita por meio de testes de DNA transformou completamente a história de uma família na Austrália. Aos 36 anos, Casey O'Connor descobriu que Alana Horton, criada durante toda a vida como sua prima e melhor amiga, era, na verdade, sua meia-irmã. A revelação também mostrou que o homem que ela sempre conheceu como tio era seu pai biológico. Moradoras do estado de New South Wales, as duas cresceram praticamente juntas. Vizinhas desde a infância, compartilhavam uma amizade muito próxima e frequentemente ouviam comentários sobre a grande semelhança física entre elas, sem imaginar que existia uma explicação biológica para isso.

A história começou a mudar em 2020, quando Alana contou à então prima que sua mãe acreditava que o pai dela teria tido um relacionamento com a mãe de Casey na época em que ela foi concebida. Na ocasião, Casey enfrentava problemas de saúde mental e preferiu não investigar a suspeita. Anos depois, após receber o diagnóstico de Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM), ela decidiu revisitar a história. Em 2025, realizou um teste de DNA que revelou que o homem que a criou não era seu pai biológico. Um segundo exame confirmou que Casey e Alana compartilhavam o mesmo pai, tornando-as oficialmente meias-irmãs.

A descoberta também revelou que o pai biológico de Casey era o irmão da mulher que ela acreditava ser sua mãe biológica, ou seja, seu tio. Tanto ele quanto a mãe já haviam falecido quando a verdade veio à tona e detalhes da história não puderam ser confirmados. Apesar do impacto da revelação, Casey afirmou que o resultado trouxe uma resposta para a forte conexão que sempre existiu entre ela e Alana.

“Um ponto positivo disso tudo é saber que minha melhor amiga de infância era, na verdade, minha irmã o tempo todo. Isso explica nosso forte laço e nos aproxima em um nível completamente diferente”, afirmou Casey à revista People.

Ela também fez questão de destacar que o homem que a criou continuará sendo considerado seu pai, independentemente do resultado dos exames. Casey passou a compartilhar sua experiência nas redes sociais para incentivar outras pessoas que enfrentam descobertas semelhantes sobre suas origens familiares e mostrar que é possível reconstruir a própria história mesmo diante de revelações inesperadas. O caso viralizou na web e rapidamente alcançou milhões de pessoas no Tiktok. Confira:

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Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.