Rafael e Rubens Menin são, atualmente, sócios majoritários do
O gestor disse que a intenção não era se tornar acionista do clube. No entanto, por não ter nenhuma proposta concreta, houve uma ‘mudança de rota’.
“Quando começou o projeto não era a intenção nossa. Eu já falei, meu pai já falou. Nunca foi intenção nossa. Queríamos ser uma ponte para um Galo saudável e sustentável. Não conseguimos. Quando falam que não houve transparência, falta de lisura… é ruim. Quem não conhece tudo que se passou faz uma difamação. A gente não se arrepende”, comentou.
O executivo afirmou que todo o processo foi feito com transparência. Rafael Menin destacou que o processo de transformação do modelo de gestão demorou mais de um ano e que o clube recebeu a melhor assessoria possível.
“Foi um processo que levou mais de um ano. Naquele momento, não era nosso projeto ser sócio da SAF. Fato é que a gente passou por um processo muito longo, fomos assessorados por EY, BTG, um processo muito formal, organizado”, disse.
“Felizmente ou infelizmente, ao fim destes meses de trabalho, dada a condição do Atlético naquele momento, não apareceu ninguém com uma proposta formal com garantia de recurso para fazer o aporte de R$ 1 bilhão. Ninguém. A gente já estava aqui dentro… era uma batata quente, você não faz ideia. Tivemos que resolver. Já que não tem ninguém, seremos nós”, completou.
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