O livro “Cobiça”, escrito pelo prefeito e candidato à reeleição em Belo Horizonte,
“Eu até vi que ele [Fuad] se defendeu dizendo que é uma obra de ficção, mas como alguém, num contexto de livro erótico, consegue pensar numa coisa dessas? Então é um livro totalmente perturbador. Tomei conhecimento do livro no último final de semana e é uma coisa que me gerou bastante incômodo, enquanto cidadão, não estou nem falando como candidato”, afirmou.
O prefeito rebateu os comentários e disse que a crítica seria um ato de “desespero” de Engler na reta final da campanha do
“Se a gente quiser discutir literatura, vamos chamar Nelson Rodrigues, Bocage, Jorge Amado. Vamos discutir a literatura como um todo. Pegar uma passagem de um livro para falar que fiz isso ou aquilo é não conhecer literatura e não conhecer ficção. Um momento meio desesperado do candidato, de querer inventar coisas. Usar isso na campanha mostra que ele não tem o que dizer. Eu quero discutir propostas para BH. Quero apresentar trabalho. Lixo, como é o que ele falou, temos que recolher para não contaminar o ambiente”, declarou.
Os dois candidatos estiveram em agenda nesta segunda-feira (21) com lideranças de pastores na