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No Flow, Kalil critica Zema por condução na pandemia: 'entrou debaixo da mesa'

Ex-prefeito de Belo Horizonte disse que queria ser lembrado como um prefeito 'valente' pelo combate à covid-19

Kalil defendeu sua gestão e disse que queria ser lembrado como prefeito 'valente'

Pré-candidato ao Governo de Minas, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, participou, na noite desta quarta-feira (1º), do podcast Flow. Kalil foi entrevistado ao lado do jornalista Marcos Uchôa, que se filiou ao PSB após deixar a Globo e pretende se candidatar nas eleições deste ano.

Kalil falou sobre seu mandato à frente do Atlético, da sua gestão à frente da capital mineira e dos seus planos para a candidatura ao Governo de Minas.

Questionado sobre a condução durante o combate à pandemia de covid-19, o ex-prefeito de Belo Horizonte não poupou de críticas seu futuro adversário no pleito de outubro.

"Acho que o assunto pandemia, para o governador de Minas e para o presidente da República foi colocado de uma forma completamente... primeiro que um ainda agrediu, foi pior. E o de Minas, entrou debaixo da mesa, não enfrentou. A guerra tem que ser enfrentada", afirmou.

Ao se referir sobre as ações do governador, Kalil disse que ele se limitou a fazer recomendações aos prefeitos - se referindo ao programa Minas Consciente - e receber vacinas que chegavam nos aeroportos.

Kalil participou do podcast Flow na noite desta quarta-feira (1º)

"O que o governador fez foi folha A4. Eu recomendo isso, eu recomendo aquilo, eu recomendo isso. Prefeito, se foda aí, tá? E ia para o aeroporto para receber vacina que o governo federal comprou. Quem montava a operação, quem vacinava, quem montava drive-thru, quem pagava hora extra para enfermeiro, para médico, para atendente, foi a prefeitura", afirmou.

Kalil também disse que sua principal divergência com relação a Bolsonaro é o enfrentamento à covid. Ele relembrou as declarações do presidente sobre a doença que não passava de uma "gripezinha" e que quem tomasse vacina iria "virar jacaré". E também disse que gostaria de ser lembrado, na história, como um prefeito "valente", que enfrentou uma "guerra".

"Quero entrar como um grande combatente, não com medalha, herói, mas como um cara valente que enfrentou uma guerra. Não me falem que eu me acovardei ou que fiz piada e gracinha da guerra", disse.

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