As contas do governo central, que envolvem recursos do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, tiveram um
Os números são resultado de uma receita líquida de R$ 272,7 bilhões, um crescimento de 5,7%, e uma despesa de R$ 185 bilhões, mas com um avanço proporcional maior (7,5%). A receita total em janeiro de 2026 teve um crescimento de 6,6% se comparado com o ano passado, a R$ 322 bilhões.
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A arrecadação, que considera as receitas administradas pela Receita Federal, foi de R$ 237,4 bilhões, um crescimento de 8,3%. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado em operações de câmbio, crédito e valores mobiliários, que foi centro de uma polêmica envolvendo o governo federal e o Congresso Nacional, teve uma alta real de 49% a R$ 8 bilhões.
“O crescimento real foi explicado pelo crescimento das operações de câmbio relativas à saída de moeda estrangeira, além do aumento das operações de crédito e das operações com títulos e valores mobiliários, decorrentes de alterações na legislação do tributo”, explicou o Tesouro.
A maior arrecadação foi do Imposto sobre a Renda, que cresceu 3,3% a R$ 122 bilhões, influenciada pelo desempenho do IRRF sobre rendimentos de capital e sobre rendimentos do trabalho.
“O crescimento do IRRF–Capital decorreu do maior rendimento das aplicações financeiras, com destaque para aplicações de renda fixa, juros sobre capital próprio e fundos de renda fixa. Já o IRRF– Trabalho refletiu a evolução dos rendimentos sobre o trabalho e aposentadorias, além de pagamentos associados à participação nos lucros e resultados”, disse.