Ingrid Haas | Feliz Ano Todo: dicas para um ano com menos promessas e mais presença

A vida pode ser muito mais significativa quando nos autorizamos a viver cada momento como ele é: seja bom ou desafiador

É preciso continuar caminhando em 2026

E se 2026 não fosse sobre promessas, mas sobre escolhas vividas?

Este não é um texto sobre metas mirabolantes, é um convite para refletir sobre o que, de fato, pode contribuir para uma vida mais verdadeira, mais autêntica e com conexões verdadeiras.

Talvez o primeiro passo seja deixar para trás o que faz mal: pessoas, relacionamentos, objetos, hábitos. Abrir espaço para o novo: sonhos, projetos, experiências. Não precisam ser grandes, mas precisam ser vividos com leveza, na simplicidade dos momentos.

Permita-se ser mais leve. Ouça suas músicas preferidas, mas também se abra para o novo. Ande descalço sentindo o chão que pisa, mas, quando for inverno, vista meias quentinhas. Dê a si mesmo essa autorização. Experimente novos pratos, sabores, sensações.

A vida pode ser muito mais significativa quando nos autorizamos a viver cada momento como ele é: seja bom ou desafiador.

A vida é essa mistura de experiências. Vamos aproveitá-la e degustá-la como merece. Cultive saúde, amor, boas conversas. Mantenha-se vivo e presente. Seja mais humano, menos conectado. Cuide do corpo, da mente e não apenas da carreira. Durma, descanse, dance.

Escolha estar perto de quem te energiza. Tire do papel e coloque em prática o que te acalma e te devolve ao eixo. Pode ser meditar, nadar, correr, respirar, rezar, orar, cantar, ficar em silêncio. Valorize sua história, sua trajetória, suas escolhas. Aprenda a dizer mais “não” para o que não te faz bem. Escute a si mesmo. Esteja atento ao que se passa dentro de você.

Mais observação, menos julgamento. Mais ócio, menos tela. Mais presença, menos piloto automático. Ajuste-se, renove-se e viva.

Busque o autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos, mais entendemos o que nos faz bem e identificamos os gatilhos que nos levam de volta a velhos padrões.

Reconheça sua humanidade, seus erros, suas imperfeições e se acolha. Autocompaixão pelo seu processo de aprendizagem. Como ter empatia pelo outro se não consigo praticá-la comigo mesmo?

Aprenda sobre vulnerabilidade, como ensina Brené Brown, aceite que ser imperfeito faz parte da sua força.

Busque o equilíbrio, trabalhe sua inteligência emocional. Compreenda que não controlamos o futuro, mas podemos nos transformar. O autoconhecimento leva à aceitação. E aceitar quem somos é o centro da alegria, da criatividade e do pertencimento.

E talvez seja exatamente isso: sermos nós mesmos, menos máquinas, mais humanos.

Vivermos com mais presença, leveza, verdade e humanidade; não apenas no início do ano, mas o ano todo.

Gostaria de trocar mais ideias sobre esse tema? Me chama nas redes, vai ser um prazer conversar com você.

Sou Ingrid Haas, Palestrante, Mentora, Escritora e PhD em Direito. Professora na USP, Facilitadora de Comunicação Integrativa e Não Violenta, Diversidade, Inclusão e Gestão de Conflitos.

Ajudo empresas, equipes e pessoas a enfrentar os desafios de comunicação em ambientes diversos e multiculturais.

Formada em Letras, Direito. Com Mestrado e Doutorado em Direito.

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Sou Ingrid Haas, Palestrante, Escritora e PhD em Direito. Professora na USP, autora de diversos livros. Facilitadora de Comunicação Integrativa e Não Violenta, Diversidade, Inclusão e Gestão de Conflitos.

Ajudo empresas, equipes e pessoas a enfrentar os desafios de comunicação em ambientes diversos e multiculturais. Sou Formada em Letras e Direito, com Mestrado e Doutorado em Direito.

A opinião deste artigo é do articulista e não reflete, necessariamente, a posição da Itatiaia.

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