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Caso Master: 'Se fossem pobres, já estariam na cadeia', diz Heloísa Helena

Em entrevista à Rádio Itatiaia, deputada defende CPMI para investigar o banco e afirma que suspeitas devem alcançar autoridades de todos os poderes

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Deputada federal Heloisa Helena, da Rede Sustentabilidade
Deputada federal Heloisa Helena, da Rede Sustentabilidade • Itatiaia/Reprodução

Em entrevista à Rádio Itatiaia nesta quinta-feira (12), a deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ) voltou a fazer críticas ao que chama de tratamento desigual da Justiça em casos que envolvem autoridades, os chamados 'crimes do colarinho branco'. Defensora da criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas relacionadas ao Banco Master, a deputada afirmou que, se pessoas comuns estivessem envolvidas no escândalo, provavelmente já estariam presas.

“Se fosse uma pessoa pobre envolvida nisso, já estaria lambendo o chão de um presídio, numa cela superlotada”,

heloisa helena

Veja a entrevista:

A declaração foi feita ao comentar a articulação para criar uma CPMI destinada a investigar o caso do Banco Master, que, segundo a parlamentar, pode envolver diferentes setores do poder público. Heloísa Helena disse que a investigação não deve se limitar a um grupo político específico e defendeu que eventuais responsabilidades sejam apuradas independentemente de onde estejam.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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