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Quais são os próximos ministros de Lula que podem ser substituídos?

Pelo menos quatro integrantes do primeiro escalão podem passar pela dança das cadeiras.

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Vista aérea da Esplanada dos Ministérios • Antônio Cruz/ Agência Brasil

Depois de anunciar a demissão do ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) vai fazer novas trocas. Conforme a Itatiaia havia adiantado, pelo menos quatro pastas podem ter alterações. No lugar de Pimenta, entra Sidônio Palmeira, marqueteiro de Lula, responsável pela última campanha do petista.

As pastas da Sáude, Secretaria-Geral, Relações Institucionais e Desenvolvimento Social estariam na mira.

Saúde

A ministra da saúde, Nísia Trintade, pode ser substituída. Apesar de o ministério ser reivindicado pelo grupo de Arthur Lira (PP), atual presidente da Câmara dos Deputados, o presidente Lula já teria respondido que não cederá a pasta. O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), que é médico e já chefiou o Ministério nos governos Lula e Dilma, é o favorito para ocupar a pasta.

Secretaria-Geral

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, que faz a interlocução com movimentos sociais e a sociedade civil também deve ser substituído. Gleise Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, é cotada para a Secretaria-Geral.

Desenvolvimento Social

Se houver mudança no Ministério do Desenvolvimento Social, comandado por Wellington Dias, Gleise também seria uma possibilidade, segundo correligionários.

O PSD - que já tem o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro - também pode ampliar o espaço. Fontes do Planalto ouvidas pela coluna disseram que a continuidade de Silveira está garantida na pasta, embora haja quem diga que ele seja cotado também para outros ministérios. Tido em alta conta por Lula, o ministro figura entre os mais próximos do presidente. O senador Rodrigo Pacheco (PSD), presidente do Congresso Nacional até fevereiro, é um nome ventilado para integrar o primeiro escalão. No entanto, não há nada certo.

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Edilene Lopes é jornalista, cientista política, repórter e colunista da Itatiaia e analista da CNN Brasil. Com experiência em coberturas nacionais e internacionais, tem ampla experiência em entrevistas exclusivas com presidentes da República. Foi eleita a melhor repórter de rádio do Brasil pelo Troféu Mulher Imprensa e também venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados.

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