Os principais crimes registrados durante o Carnaval de 2026 tiveram queda ou ficaram estáveis em Belo Horizonte, segundo dados do Observatório de Segurança Pública da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, divulgados na manhã desta quinta-feira (19), durante coletiva de imprensa.
O levantamento considera o período entre 0h de sábado (14) e 23h59 de terça-feira (17). De acordo com os números, houve redução em crimes como roubo, furto, roubo e furto de celulares, homicídio, estupro de vulnerável e feminicídio.
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Os roubos de celulares caíram 71,4%, passando de 63 casos em 2025 para 18 neste ano. Já os furtos de celulares tiveram queda de 70,6%, com redução de 1.382 para 406 ocorrências. Os roubos em geral diminuíram 63,8% na capital, caindo de 94 para 34 registros.
Os homicídios também caíram em Belo Horizonte, de acordo com o Governo de Minas. Foram duas ocorrências durante o Carnaval de 2026, contra quatro no mesmo período do ano passado, uma redução de 50%.
Violência contra a mulher
Nos crimes contra a mulher, BH não registrou nenhum caso de estupro de vulnerável nem de feminicídio durante a folia. No mesmo período de 2025, haviam sido registrados sete casos de estupro de vulnerável e um feminicídio.
Os registros de estupro na capital se mantiveram estáveis, com três ocorrências nos dois últimos Carnavais.
Já os casos de importunação sexual tiveram queda de 25% em Belo Horizonte, passando de 12 para nove registros.
Recorde de público
De acordo com o Observatório do Turismo de Minas Gerais, ligado à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, o Carnaval de Belo Horizonte voltou a bater recordes em 2026.
Ao todo,
Em Minas
Minas Gerais também registrou queda ou estabilidade nos principais crimes, segundo a Sejusp. Os roubos de celulares caíram 55,7%, enquanto os furtos de celulares tiveram redução de 65,6%. Os registros de roubo em geral diminuíram 50%, e os furtos caíram 52,9% em Minas.
O número de homicídios teve queda de 48,3%, e os crimes contra a mulher também apresentaram redução, com diminuição de 41,7% nos casos de estupro de vulnerável, 25% nos feminicídios e 19% nos estupros.