A 5ª Vara Criminal da Comarca de Uberlândia recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Minas Gerais contra a
A farmacêutica Renata Bocatto Derani foi morta a tiros em novembro. Claúdia foi presa em Itumbiara (GO).
Com a decisão proferida pelo juiz Dimas Borges de Paula em 29 de janeiro, Cláudia e o vizinho, Paulo Roberto Gomes da Silva, tornaram-se réus pelo crime de homicídio qualificado, sendo que Paulo também responde pela acusação de adulteração de sinal identificador de veículo. Os dois acusados serão submetidos ao Tribunal do Júri.
Além de receber a denúncia, o juiz reavaliou e manteve a prisão preventiva dos réus, que estão presos desde 5 de novembro de 2025. A justiça negou a substituição por medidas alternativas ao entender que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal.
Os principais fundamentos para manter os acusados na prisão foram a gravidade do crime, homicídio qualificado. O juiz também destacou haver provas da materialidade dos fatos e indícios suficientes de autoria.
Além disso, a ausência de comprovação de residência fixa e ocupação lícita nos autos reforçou o risco gerado pela liberdade dos acusados.
Os réus deverão ser citados para apresentar resposta à acusação, por escrito, no prazo de 10 dias. Caso a defesa apresente documentos novos ou questões preliminares, o Ministério Público terá cinco dias para se manifestar antes do prosseguimento da fase de instrução.
Sequestro de recém-nascido de uma maternidade
Esta não é a primeira vez que Cláudia se envolve em um crime. Em 2024, ela chegou a ser
Cláudia foi indiciada por falsidade ideológica e tráfico de pessoas e estava em liberdade desde março de 2025. Segundo os investigadores, a médica não demonstrava remorso e apresentava comportamento obsessivo em relação à maternidade.