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A análise ocorreu em sessão reservada, a pedido do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, relator do caso. O presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, explicou que a restrição de acesso ao plenário e a suspensão da transmissão online tiveram como objetivo
Segundo ele, embora a regra seja a publicidade dos julgamentos, o sigilo é previsto em situações que envolvem direitos fundamentais.
O caso
A apuração teve início em 21 de fevereiro, quando a Corregedoria Nacional de Justiça instaurou Pedido de Providências para examinar a atuação do magistrado em um processo criminal que resultou na absolvição de um
No decorrer das investigações, surgiram relatos que indicam possível prática de
O afastamento cautelar foi determinado pela Corregedoria em 27 de fevereiro e permanece em vigor enquanto as apurações seguem no CNJ.