A Polícia Civil de São Paulo informou, na manhã desta segunda-feira (26), que as crianças vistas em um hotel na República, no centro da capital paulista, não são
A
Após o acionamento, policiais de São Paulo foram até os endereços informados e constataram a informação de que as crianças avistadas não são as mesmas das
O desaparecimento
Ágatha, Allan e um primo
Desde o desaparecimento, mais de 500 pessoas participam das buscas, entre integrantes da Polícia Civil, Marinha e Corpo de Bombeiros.
Três dias depois de desaparecerem,
O resgate de
Na última quinta-feira (22), a Justiça do Maranhão autorizou o menino auxiliar nas buscas por seus primos desaparecidos. O menino indicou às autoridades o caminho percorrido com os primos até uma cabana abandonada conhecida como “casa caída”, localizada próxima às margens do Rio Mearim.
Buscas e investigações
A operação de buscas concentra-se na região da cabana indicada por Anderson e no leito do Rio Mearim, onde mergulhadores utilizam o equipamento side scan sonar para mapear o fundo do rio, gerando imagens detalhadas mesmo em águas turvas.
A apuração é realizada por uma comissão especial da Polícia Civil, composta por equipes da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Superintendência de Polícia Civil do Interior e da Delegacia Regional de Bacabal. Familiares, moradores e outras pessoas continuam sendo ouvidos para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.
Em uma das ações de busca, voluntários chegaram a encontrar novas peças de roupas infantis em uma área de mata no povoado quilombola. De acordo com informações dos voluntários envolvidos nas buscas, as roupas estavam próximas a uma gruta, dentro do perímetro onde as crianças sumiram.
Apesar da expectativa, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão informou que, após checagem, os itens não pertenciam às crianças.