Ocão Joca, de cinco anos, que morreu durante o transporte aéreo da Gollog, empresa da companhia Gol, depois de um erro no destino, no mês de abril, morreu devido a um choque cardiogênico, sendo uma ineficiência do coração em bombardear o sangue para os órgãos. O lado foi feito pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP).
O golden retriever “Joca”, foi velado e cremado após dois meses do ocorrido, na cidade de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, no último dia 15 de junho. A despedida do cachorro aconteceu somente dois meses depois da morte, pois o corpo do animal de 5 anos estava no Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo (USP) para fazer exame de necropsia desde o dia 13 de maio.
“Joca morreu, eu não vou conseguir pegar ele de volta“, afirma tutor do cão morto em voo | CNN Brasil
Joca embarcaria em 22 de abril de Guarulhos (SP) para Sinop (MT), onde moraria com o tutor João Fantazzini Júnior, mas foi enviado para Fortaleza (CE). O trajeto, que seria de até 2h30min, durou cerca de 8 horas. Uma testemunha disse que a caixa em que ele foi colocado estava solta no porão de bagagens.
O laudo oficial feito a pedido da Polícia Civil, foi obtido pela TV Globo. Além do choque cardiogênico, ele também aponta alterações cardíacas em Joca. Segundo o advogado do tutor, Marcello Primo Muccio, disse que entende que o principal motivo do choque cardiogênico foi o estresse e calor.
“Até porque ele foi levado de São Paulo a Fortaleza dentro da caixa totalmente solto sem qualquer equipamento de segurança. Esperamos que com a conclusão do laudo que as investigações aponte o responsável pelos maus-tratos sofrido pelo Joca”, disse ele ao G1.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o ‘Tá Sabendo’ no Instagram da Itatiaia.