O prato principal do brasileiro está ficando mais caro neste início de fevereiro. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento de valorização do feijão,
O cenário de preços recordes é verificado tanto para os grãos de qualidade superior (nota 9 ou acima) quanto para os intermediários (nota 8 ou 8,5).
Por que o preço subiu?
O fenômeno é explicado pela lei da oferta e procura. Atualmente, o mercado enfrenta uma baixa oferta de produto novo no campo, enquanto a demanda por parte de empacotadores e varejo segue aquecida. Esse desequilíbrio tem forçado os preços para cima em todas as regiões produtoras monitoradas.
Feijão preto segue a tendência
Embora com menos intensidade que o carioca, o feijão preto também apresenta valorização. As cotações médias operam agora nos níveis mais elevados desde março de 2025.
Diferente do carioca, o feijão preto não disparou de forma tão agressiva por dois motivos principais: a indústria ainda conta com estoques relativamente confortáveis e há uma menor presença de compradores ativos no mercado neste momento, o que freia as variações mais bruscas.