A indústria de
O evento, realizado entre 26 e 30 de janeiro, serviu como vitrine para a sustentabilidade e a qualidade do produto nacional. Durante os cinco dias de feira, foram fechados US$ 548,3 milhões em contratos diretos, impulsionados pela presença de 31 empresas brasileiras associadas.
Vitrine de qualidade e carne Halal
Com um estande de 450 m², o Brasil focou na experiência sensorial para atrair os mais de 200 mil visitantes da feira. Foram servidos cerca de 800 kg de carne em parceria com o Barbacoa, destacando cortes como picanha e ancho, além de reforçar o domínio brasileiro na produção de
“Os números demonstram a confiança dos compradores internacionais na nossa indústria e na capacidade de atender às mais diversas exigências globais”, afirmou Roberto Perosa, presidente da Abiec.
Presença política e comercial
O estande brasileiro tornou-se um hub diplomático, recebendo autoridades como Sidney Leon Romeiro, embaixador do Brasil nos Emirados Árabes; Jorge Viana, presidente da ApexBrasil e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA): Representada pelos deputados Pedro Lupion, Arnaldo Jardim e Alceu Moreira.
A estratégia vai além da venda direta com um trabalho de reputação e rastreabilidade, garantindo que o produto brasileiro cumpra as exigências sanitárias cada vez mais rigorosas do mercado global.
Indústria exportadora
Ao todo, 31 empresas do setor — incluindo marcas como JBS, Minerva, Frigol e Masterboi — participaram da delegação. O volume de expositores representa um crescimento de 20% em relação à edição anterior.
| Indicador | Resultado Gulfood 2026 |
| Negócios imediatos | US$ 548,3 milhões |
| Expectativa (12 meses) | US$ 2,95 bilhões |
| Empresas participantes | 31 associadas |
| Consumo no estande | 800 kg de carne bovina |