Atraso na colheita do milho interrompe sequência de baixa nos preços em algumas regiões

Principal produto semeado na segunda safra, o milho deve registrar 101 milhões de toneladas, segunda maior da série histórica, segundo a Conab

Até o dia 21 de junho, a colheita da segunda safra somava 10,3% da área nacional

O atraso na colheita da segunda safra de milho vem limitando o movimento de queda nos preços do cereal em algumas praças, apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Em regiões consumidoras, como as paulistas, os valores chegaram a reagir, influenciados pela demanda acima da oferta de milho padronizado – ressalta-se que as recentes chuvas têm limitado a disponibilidade desse tipo de cereal.

No entanto, as cotações do milho - estrela de vários quitutes das festas juninas - seguem pressionadas pela perspectiva de oferta elevada e pelas desvalorizações externas.

Leia também

Até o dia 21 de junho, a colheita da segunda safra somava 10,3% da área nacional, avanço semanal de 6,4 p.p., mas bem abaixo dos 28% no mesmo período do ano passado e dos 17,5% da média dos últimos cinco anos, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde

Ouvindo...