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Saiba o que é Linfoma não-Hodgkin, câncer que causou a morte do prefeito de BH Fuad Noman

O prefeito de BH, Fuad Noman, morreu nesta quarta-feira (26) em consequência das complicações de um Linfoma não-Hodgkin

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Fuad Noman compareceu, nesta terça (1º) a debate na Itatiaia • PHILLIPE GUIMARAES / Itatiaia

Fuad Noman, prefeito de Belo Horizonte, morreu nesta quarta-feira (26) em decorrência das complicações de um Linfoma não-Hodgkin. O chefe do executivo municipal estava internado desde o dia 3 de janeiro de 2025. A doença é um tipo de câncer que tem origem nas células do sistema linfático e se espalha de maneira não ordenada.

Quais os sintomas do linfoma não-Hodgkin?

Existem mais de 20 tipos diferentes catalogados de linfoma não-Hodgkin.

A doença tem como principal sintoma o aumento dos gânglios linfáticos, que acorreta no surgimento de caroços no pescoço, virilha e axila.

Outros sintomas comuns são febre, suor noturno, tosse, coceira na pele e perda expressiva de peso.

Linfoma não-Hodgkin tem cura?

A principal forma de tratar o linfoma não-Hodgkin são a quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea. Segundo a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), as chances de cura são de cerca de 70%.

Famosos como Jorge Aragão, Edson Celulari, Reynado Ginecchini, Glória Perez, Jane Fonda, Caio Ribeiro e a ex-presidente Dima Rousseff já tiveram a doença diagnosticada.

Qual a diferença do linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin?

Os sintomas do linfoma de Hodgkin e do linfoma não-Hodgkin são parecidos e a principal diferença entre eles está no tipo de células encontradas no tumor. A diferenciação entre eles só é possível ser feita por meio de uma biópsia.

Outra diferença está no tratamento. Isso porque o Linfoma de Hodgkin possui um índice de cura maior a partir de quimioterapia. Com isso, é normal que o paciente tenha mais chances de apresentar bons resultados com o primeiro tratamento do linfoma de Hodhkin.

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Jornalista formada pelo UniBH, é apaixonada pelo dinamismo do factual e pelo poder das histórias bem narradas. Com trajetória que inclui passagens pelo Sistema Faemg Senar, jornal Estado de Minas e g1 Minas, possui experiência em múltiplas plataformas e linguagens. Atualmente, integra a redação da Rádio Itatiaia, onde acompanha os principais acontecimentos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo