PBH alerta para baixa cobertura vacinal contra coqueluche e lembra importância da vacinação
Coqueluche pode evoluir para quadro de pneumonia e até causar sufocamento por meio de tosse

De janeiro a novembro de 2024, em Belo Horizonte, foram aplicadas cerca de 5,8 mil doses da vacina contra a coqueluche em gestantes na rede SUS-BH, o que representa apenas 26% de cobertura vacinal. A meta do Ministério da Saúde é de 95%. Além disso, neste ano, a capital mineira já registrou 291 casos de coqueluche e um óbito em criança menor de 1 ano de idade.
É indispensável que todos aqueles que forem receber a vacina apresentem, preferencialmente, o documento de identificação com foto, CPF, o comprovante da ocupação e cartão de vacina.
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O que é a coqueluche
A coqueluche é uma infecção respiratória que compromete o aparelho respiratório e é de alta transmissibilidade. Os sintomas incluem mal-estar geral, corrimento nasal, tosse seca e febre baixa, sinais parecidos com os sintomas de uma gripe.
Depois, a tosse torna-se persistente e pode durar meses. Em crianças, pode causar até sufocamento. O quadro também pode evoluir para uma pneumonia. O tratamento da coqueluche é feito com antibióticos, que devem ser prescritos por um médico especialista.
Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.



