O sono é essencial para a regeneração celular e para a manutenção da firmeza e da elasticidade da pele. Até mesmo uma única noite mal dormida já pode impactar a saúde cutânea e comprometer o aspecto viçoso.
Durante o sono profundo, o organismo libera hormônios importantes, como o hormônio do crescimento (GH), que atua na reparação dos tecidos.
Segundo o dermatologista Lucas Miranda, à Itatiaia, é nesse período que ocorre a renovação celular e a produção de colágeno e elastina, substâncias responsáveis pelo viço e pela sustentação da pele.
A privação de sono também eleva os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse.
O aumento do cortisol favorece processos inflamatórios e contribui para a queda na produção de
colágeno, o que pode acelerar o envelhecimento cutâneo.
De acordo com Lucas Miranda, noites mal dormidas de forma frequente intensificam o estresse oxidativo e prejudicam a capacidade natural de reparação da pele.
“Com o tempo, esse desequilíbrio pode impactar na firmeza e na qualidade da pele”, afirma.