Noites mal dormidas prejudicam a pele e afetam a produção de colágeno, alerta especialista

Dermatologista explica como a falta de sono afeta a regeneração celular e acelera o envelhecimento cutâneo

Dermatologista explica como a falta de sono afeta a regeneração celular e acelera o envelhecimento cutâneo

O sono é essencial para a regeneração celular e para a manutenção da firmeza e da elasticidade da pele. Até mesmo uma única noite mal dormida já pode impactar a saúde cutânea e comprometer o aspecto viçoso.

Durante o sono profundo, o organismo libera hormônios importantes, como o hormônio do crescimento (GH), que atua na reparação dos tecidos.

Segundo o dermatologista Lucas Miranda, à Itatiaia, é nesse período que ocorre a renovação celular e a produção de colágeno e elastina, substâncias responsáveis pelo viço e pela sustentação da pele.

A privação de sono também eleva os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse.

O aumento do cortisol favorece processos inflamatórios e contribui para a queda na produção de
colágeno, o que pode acelerar o envelhecimento cutâneo.

De acordo com Lucas Miranda, noites mal dormidas de forma frequente intensificam o estresse oxidativo e prejudicam a capacidade natural de reparação da pele.

“Com o tempo, esse desequilíbrio pode impactar na firmeza e na qualidade da pele”, afirma.

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Izabella Gomes se graduou em Jornalismo na PUC Minas. Na Itatiaia, produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo. Atualmente, colabora com as editorias de Educação e Saúde.

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