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Sâmia Bomfim cobra respostas sobre assassinato do irmão, morto há seis meses no Rio de Janeiro

Irmão da deputada federal e outros dois médicos foram assassinados na orla da Barra da Tijuca; polícia ainda busca respostas sobre o chefe da facção que encomendou o ataque aos ortopedistas

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Irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP) foi assassinado há 6 meses no Rio de Janeiro • Bruno Spada | Câmara dos Deputados

A deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP) cobrou respostas sobre a morte do irmão Diego Ralf Bomfim, 35, e de outros dois médicos, assassinados na orla da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O crime completou seis meses nesta sexta-feira (5). A Delegacia de Homicídios concluiu que os cinco criminosos responsáveis pela emboscada foram assassinados por determinação de chefes de uma facção logo após a morte dos médicos. Entretanto, ainda resta esclarecer quem é o mandante.

A polícia concluiu que os criminosos confundiram Perseu com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, um dos principais chefes do crime na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Após a confusão, o Comando Vermelho ordenou as execuções dos cinco traficantes que participaram do ataque.

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Repórter de política em Brasília. Na Itatiaia desde 2021, foi chefe de reportagem do portal e produziu série especial sobre alimentação escolar financiada pela Jeduca. Antes, repórter de Cidades em O Tempo. Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais.